Hoje, há 15 anos atrás, um anjo nascia em forma humana, um anjo que me faz tão feliz, e que hoje está de aniversario. Mais um ano se passa em tua vida, contudo, tenho a impressão que o tempo não passou para nós dois. Mesmo que passe sei que você continuará a ser a minha menina, doce, educada, meiga, gentil e apaixonante que eu conheço mais a cada dia que passa. Gostaria de ter o dom de expressar em palavras tudo que eu sinto aqui dentro por ti, mas palavras não bastam, palavras são pequenas perto do que eu sinto. Nesse tempo todo, eu só tenho que te agradecer por estar ao meu lado, nos momentos bons e ruins, me apoiando, me dando conselhos, e principalmente por ser essa menina linda que tanto me encantou, e encanta. Desejo que nesse dia, o Papai do Céu te ilumine mais que os outros, que os seus sonhos e desejos possam tornar-se realidade, principalmente se eu fizer parte deles. Que você continue sendo a minha menina, a minha princesa, a mesma de sempre. Obrigado por dividir suas coisas comigo, por me deixar estar na sua vida. A cada dia que passa o meu sentimento por ti só cresce. Quero estar presente em todos os momentos da sua vida, participando de tudo, te apoiando no que você precisar. Obrigado por tudo pequena, feliz aniversário, muita paz, saúde, muitos, e muitos anos de vida (ao meu lado KK). Eu te amo minha princesa. Ah, amanhã levo aquele pedaço de céu que prometi pra você, meu amor.

O mundo acaba hoje, e eu estarei dançando com você! Agridoce

Quando te conheci não imaginava a importância que você iria ter na minha vida. Eu me surpreendo a cada dia mais contigo, com o seu jeito, sua forma de ser, suas palavras… Pode até não parecer, mas eu presto atenção em cada coisa que você fala, em cada gesto, em cada sorriso e em cada olhar, que por sinal, me diz muitas coisas. Coisas das quais você não poderia me dizer com palavras. Eu vejo o amor dentro deles, esse que me deixa preocupado e ao mesmo tempo fascinado. Quando eu olho em seus olhos, eu posso me ver em você, presente em todos os momentos. A gente já passou por tanta coisa, que quem está de fora nem imagina. E que eu e você sabemos o quanto a gente já riu de qualquer palhaçada, chorou por qualquer coisa boba que nem valia a pena, tivemos brigas infantis, mas outras bem serias… E todos devem estar pensando, “Tá, mas e dai? O que isso faz de vocês diferentes dos outros? Qualquer um tem brigas.” O que nos faz diferente dos outros, é que tudo isso aconteceu quando eu estava do outro lado do oceano, onde os olhares só podiam ser vistos através da tela do computador, com a imagem não muito boa. O seu sorriso que tanto me fazia bem quando eu estava mal e que ao mesmo tempo me ajudava a ficar melhor, me deixava mais pra baixo, por não poder ver ele de perto. As brigas? Só eu sei o quanto doía, ver você chorando, e ao pedir desculpas eu não poder te dar um abraço, e dizer que tudo iria ficar bem. As nossas palhaçadas eram as mais loucas, a gente ficava o dia inteiro conversando sobre qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, a gente conversava em quem era melhor em jogos de videogame, fazíamos piadas quando o outro digitava uma palavra errada e ficava engraçada, e a gente ria durante uma semana por causa disso. É, nós sabemos o quanto foi difícil, mas também fortalecedor, ter passado por isso e aguentado é para poucos, ou loucos, assim como nós. Você lembra do meu post que tinha uma frase assim: “Eu quero ver quem vai me dizer que não existe amor a distancia, quero ver quem vai provar isso pra mim”. Lembra? Pois é, quando postei isso muita gente disse que nunca ia dar certo, que eu nunca ia te encontrar, e que só estava te iludindo e te fazendo sofrer. Se eu pensei em desistir? Jamais. Jamais conseguiria desistir desse amor, de você… E é por isso que estou escrevendo isso, pra você ver, que apesar do tempo e da distancia, nem os dois juntos conseguiram apagar o verdadeiro sentimento que existe dentro de nós. E é por isso que eu te amo, pela sua coragem e e por ter esperado por mim nos últimos 5 meses que se cumprem hoje, por ter acreditado em mim, em nós, e por toda a força que você teve. Maria Inês Tecchio Vogt, obrigado por tudo, tudo mesmo, eu amo você demais minha princesa linda.
Do seu namorado, Lucas.
História do NEOQEAV:
Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra “Neoqeav” num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando “Neoqeav” escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.
Eles escreviam “Neoqeav” com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse. Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.
“Neoqeav” era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar “Neoqeav” na última folha e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde “Neoqeav” pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com “Neoqeav” rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.
“Neoqeav” era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília. Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.
Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar. O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena. Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.
Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bençãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.
Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.
O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.
Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã. E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa. Então, o que todos nós temíamos aconteceu.
Vovó partiu.
“Neoqeav”foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.
Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.
Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser. Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.
[…] Começaram com leves beijos, leves mas ardentes. Ela começou tirando a camisa dele, enquanto beijava seu pescoço, a vontade só crescia. Os dois pararam de se beijar por um momento, ficaram olhando um nos olhos do outro. Ambos estavam nervosos. Ela fechou os olhes, e ele foi beijando seu pescoço, descendo por seus peitos, acariciando com as mãos sentindo o calor do corpo. Quando ela deslizou suas mãos até as costas dela. Ela o puxou, fazendo seu corpo ficar por cima do dela, ele foi beijando seu pescoço descendo até a cintura, abriu o botão da calça dela. Ela suspirou. Então ele começa beijando seu quadril, suas coxas, se aproximando cada vez mais de seus genitais… Ele começa praticando o sexo oral enquanto ela com a respiração ofegante, gemia baixinho, enquando ele aumentada cada vez mais o ritmo e os movimentos com a língua eram cada vez mais intensos, proporcionando mais prazer para ela. Ele sempre estava olhando para o rosto dela, para saber sua reação a cada passo avançado. Ela se retorcia, girou a cabeça contra o travesseiro, ela o puxou para cima, fazendo-o penetrar devagar. Então ele começou, com movimentos vaivém, acariciando suas pernas, aumentando o ritmo conforme o prazer proporcionado, ela o acompanhava, fazendo movimentos lentos, e aumentando intensamente a velocidade, gemendo cada vez um pouco mais alto. Até que depois de manter um ritmo prazeroso, os dois pararam. Ele se deita, e a deixa por cima, tendo assim, todo o controle. Os movimentos se extendiam. O desejo dos dois estavam expostos na respiração ofegante e nos corpos suados, tendo um contato e encaixe perfeito, onde o orgasmo era inevitável naquele momento, onde ele sentiu o corpo dela estremecer, ela tinha atingido o orgasmo, logo ele, antes que ela terminasse, atingiu também. Os dois se sentaram, ainda unidos, ele a abraçou, sentindo seu coração bater junto ao seu… Cansados, eles se olham nos olhos, e na mesma hora dizem juntos: ”Eu amo você!”
(alifehaze) & (twenty-eight-09)